sexta-feira, 6 de junho de 2014

○● Legislação para Internet


   A Legislação para Internet é um assunto muito debatido no Brasil, pois é um assunto novo para os tribunais de justiça, considerando que a tecnologia da informação é uma área abrangente, que nesta última década tem crescido abundantemente.   A Internet sem dúvida mudou a vida de toda população mundial, por tornar a vida das pessoas "fácil", ou seja, o acesso a informação é mais simples.  Porém, junto o crescimento desta tecnologia, surgiram-se vários casos de criminalidade na internet, como por exemplo: clonagens de cartões, espionagens ilegais, além de condutas inadequadas, como o racismo e a apologia ao crime, dentre outros.   
    Uma das primeiras iniciativas sobre a Legislação para Internet, foi a criação da lei 12.737/2012, criada para tipificar os crimes informáticos. Esta lei ficou conhecida como "Lei Carolina Dieckmann", justamente pelo fato ocorrido com a mesma, em que houve a publicação de suas fotos pessoais por terceiros, sem autorização, quebrando assim a privacidade de Carolina Dieckmann. 
   Existem organizações que dedicam-se a casos específicos de crimes digitais: A advocacia de Patrícia Peck, e a equipe de advogados Opice Blum. Citaremos ambos abaixo.

Patrícia Peck:  Especialista em Direito Digital, autora de obras sobre o tema. Atua em blindagem de negócios digitais, propriedades intelectuais e marketing digital, segurança da informação, normas e políticas, resposta à indicentes, perícia digital e contencioso.  Confira um vídeo de Patrícia Peck, mencionando os Crimes Digitais:

Opice Blum: Possui anos de sólida experiência nas principais áreas do direito, especialmente em tecnologia, direito eletrônico, informática, telecomunicações e suas vertentes. Pioneiro nessas questões, também atua em mediações, arbitragens, sustentações orais em Tribunais, bio-direito, contratos tecnológicos típicos, cybercrimes etc. Tem como representantes: José Roberto Opice Blum, Renato Opice Blum, Marcos Gomes da Silva Bruno, Juliana Abrusio, Rony Vainzof. 
   Confira um vídeo produzido por Renato, referente ao VI Congresso Fecomércio de Crimes Eletrônicos que será realizado em Agosto de 2014.
Para compreender mais sobre a Legislação para Internet, confira as mudanças causadas com o impacto do Marco Civil de Internet no Brasil, basta "Clicar aqui".

○● Detalhes e Informações: Marco Civil na Internet


   Este projeto surgiu em 2009, com o intuito de regular o uso de internet no Brasil, tratando de assuntos tais como: privacidade na rede, direitos e deveres para quem usa a rede (internet). Muito se tem falado deste marco civil, para compreender os aspectos debatidos e aprovados em 2014, pela Conferência Netmundial, "Clique aqui".  

   O Marco Civil foi caracterizado por possuir uma proposta de elaboração coletiva e aberta, porém não foi concebido como consenso pacífico, mas como uma opção política.  Pois deve-se garantir liberdade de expressão e privacidade na rede, porém, notamos que o uso da "internet" em si, em casos de criminalidade, furtos, criptografias imorais, são casos que as leis brasileiras não garantem exatidão nos julgamentos.  Resumindo é algo do tipo "novidade" para os tribunais de justiça, por se tratar de assuntos tecnológicos.  Muitos advogados têm-se dedicado aos estudos sobre o uso da internet, como seus benefícios e malefícios.   Porém sabe-se que existem diversos órgãos que têm acesso a privacidade dos usuários na internet, tais como: o governo, as investigações criminais, dentre outros.  O Marco Civil foi declarado para tais fins, estabilizar a privacidade na internet, dentre outros princípios.  Diversas instituições alheias apoiam este projeto, confira:


Instituições Nacionais
○ ABCID – Associação Brasileira de Centros de Inclusão Digital;
○ ARTIGO 19;
○ AMNB – Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras;
○ ANPEd - Associação Nacional de Pesquisa Pós-graduação em Educação;
○ ARPUB – Associação das Rádios Públicas do Brasil;
○ ASL – Associação Brasileira da Software Livre;
○ Barão de Itararé;
○ Casa da Cultura Digital;
○ CGI.br;
○ Circuito Fora do Eixo;
○ CSB - CENTRAL DOS SINDICATOS BRASILEIROS;
○ CTS-FGV;
○ Coletivo Digital;
○ CUT - Central Única dos Trabalhadores;
○ EMERGE – Centro de Pesquisas e Produção em Comunicação e Emergência;
○ ECO/UFRJ -Escola de Comunicação da UFRJ;
○ FEITTINF - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Tecnologia da Informação;
○ FENADADOS;
○ Geledés – Instituto da Mulher Negra;
○ GPOPAI;
○ GPCULT/UFRJ;
○ Grupo Tortura Nunca Mais/RJ;
○ IDEC;
○ Instituto Bem Estar Brasil;
○ Instituto Nupef;
○ Instituto Telecom;
○ INTERVOZES;
○ ISOC BR - Sociedade da Internet no Brasil;
○ Movimento MEGA;
○ NEDAC/UFRJ;
○ Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ;
○ Projeto Saúde e Alegria;
○ Proteste;
○ Rede de Cultura Digital Indígena;
○ RNP - Rede Nacional de Ensino e Pesquisa;
○ Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC);
○ Teia Casa de Criação;
○ UNE;
○ Veredas;
○ Instituto Brasileiro de Políticas Digitais - Mutirão;



Instituições Internacionais
● Access;
● Asociación para el Progreso de las Comunicaciones;
● Asociación por los Derechos Civiles, Argentina;
● Asociación Pro Derechos Humanos, Peru;
● Center for Democracy and Technology;
● Center for Internet and Society, India;
● Clínica de Nuevas Tecnologías, Propiedad Intelectual y Sociedad, Universidad de Puerto 
Rico;
● Consumers International;
● Fundacion EsLRed, Venezuela;
● Fundación Karisma, Colômbia;
● Human Rights Foundation;
● Identidad Robada;
● INGO European Media Platform;
● Index on Censorship;
● Internet Democracy Project, India;
● Internet Rights & Principle Coalition;
● IT for Change, India;
● Mozilla Foundation;
● ONG Derechos Digitales, Chile;
● Program on Information Justice and Intellectual Property (PIJIP), American University Washington College of Law;
● La Quadrature du Net, France/Europe;
● Reporters Sans Frontières;

Afinal, o quê mudou?

   Com o Marco Civil da Internet, uma das primeiras mudanças é a neutralidade, que passou a ser regra, ou seja se um provedor discriminar o tráfego de dados, terá problemas futuros.      Também fica vedada a lei que estabelece que a guarda de registros, seja feita de forma anônima, neste caso os provedores poderão guardar o IP, e nunca informações sobre o usuário.  Porém ainda assim, as informações do usuário podem ser solicitadas perante ordem judicial.  
    A responsabilidade na internet, não ficou de fora, conteúdos que reflitam: racismo, pedofilia ou violência, podem ser punidos.  E segundo uma ordem judicial, devem ser retirados da internet.  Sendo assim, a internet torna-se um ambiente amigável, para se utilizar de maneira correta.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

○● Diferença entre Atom e RSS














   Os feeds RSS são agregadores de conteúdo, ou seja, podem ser acessados através de sites ou programadas agregadores, normalmente visto em Blogs e sites de notícias instantâneas.  Já um Atom Feed, também apresenta escrita e leitura na web, porém o Atom é baseado em XML, e é considerado um protocolo de nível de aplicação para publicar e editar fontes da web, que tem como característica a atualização frequente, exemplos de sites: Clima Tempo, Blogspot, Wordpress, G1.globo, Terra, etc.   Os feeds devem ser formados em formato XML e são identificados como "application/atom+xml media type".

Diferenças entre Atom e RSS

○ O modelo de conteúdo;

○ O formato de data: RFC 822 para URSS e RFC 3339 no Atom, para ler e compreender sobre os formatos de data RFC, "Clique aqui");

○ Internacionalização:
     * RSS: Idioma único para um feed;
     * Atom: Idiomas diferentes para elementos específicos no texto;

○ Modularidade: Como citado, o Atom é baseado em formato XML, sendo assim, seus elementos podem ser reutilizados fora do documento "feed". 

○● Podcast

Os podcasts servem para explicar variados assuntos em uma divisão de áudios digitais de pequena duração. No podcast abaixo, vemos um podcast ao qual o autor ensina a gerenciar um projeto, cada podcast que ele produz tem em média a duração de sete minutos, além disso, em cada semana ele vai atualizando seu conteúdo com novos tópicos na área de gerenciamento de projetos.   O exemplo abaixo, mostra o site de Ricardo Vargas onde contém todos os podcasts produzidos por ele.
     Vemos que sem dúvida este tipo de podcast visa um público adulto, ou seja, todo o conteúdo está voltado a um ambiente profissional, de ensino.  Todas as informações textuais antes do podcast são breves e contextualizam rapidamente o conteúdo a ser abordado no podcast.  Normalmente os podcasts contém arquivos de aúdio no formato: MP3 ou AAC, além disso é postado na internet através do podcasting, e atualizado via RSS. .

segunda-feira, 2 de junho de 2014

○● Web Crawler

















Web Crawler (Rastreador Web), sinônimos de web spiders e web robot, trata-se de um software de computador que navega pela w3c (World Wide Web), conhecido como uma espécie de robô, possui um método automatizado, oferecendo serviços frequentemente para manter bases de dados.
Sendo assim, criam cópias de todas as páginas visitadas, para um futuro processamento através dos motores de busca.  Além disso os Web Crawlers servem para validar os códigos HTML e checar os links de um site, dentre outras características. 

Neste tópico citaremos dois famosos Web Crawlers, o Googlebot e o MSNbot, porém confira outros nomes de web crawlers muito utilizados:  DataparkSearch;  Wget;  HTTrack;  JSpider;  Methabot; Pavuk;  WebSPHINX;  YaCy;  Crawljax;  Slurp (Yahoo);  Methabot; Goutte3; DuckDuckBot.

*Googlebot: Robô utilizado pela empresa Google, é caracterizado por indexar páginas e documentos da web para construir um determinado índice de buscas para o Google Search.

*MSNbot: Robô de rastreamento web implantado pela empresa Microsoft, é caracterizado por coletar documentos da web para construir um índice de pesquisas para o MSN Search Engine, normalmente utilizado pelo buscador Bing.

Por: Rafael de Sá Mascarenhas

sábado, 31 de maio de 2014

○● Política de privacidade: Facebook


Confira alguns itens da política de privacidade do Facebook, que muitos não leem e nem tinham conhecimento:



Informações que outros compartilham sobre você:

Recebemos informações sobre você de seus amigos e outras pessoas, como quando carregam suas informações de contato, publicam uma foto sua, marcam você em uma foto ou atualização de status, ou em um local, ou adicionam você a um grupo.



Outras informações que recebemos sobre você:



Também recebemos outros tipos de informações sobre você:
  • Recebemos dados sobre você sempre que você usa ou executa o Facebook, como quando você olha a linha do tempo de outra pessoa, envia ou recebe mensagens, procura um amigo ou uma página, clica em, visualiza ou de alguma forma interage com as coisas, usa um aplicativo móvel do Facebook, compra Créditos do Facebook ou faz outras compras pelo Facebook.
  • Quando você publica algo como fotos ou vídeos no Facebook, podemos receber dados (ou metadados) adicionais relacionados, como hora, data e local em que a foto ou o vídeo foram gravados.
  • Recebemos dados do computador, do telefone celular ou outros dispositivos que você usa para instalar aplicativos do Facebook ou acessar o Facebook, incluindo quando diversos usuários conectam-se através do mesmo dispositivo. Isso pode incluir informações de rede e de comunicação, tais como seu endereço IP ou número do telefone celular e outras informações sobre coisas como seu serviço de Internet, sistema operacional, localização, o tipo (incluindo identificadores) de dispositivo ou navegador que você usa, ou as páginas que você visita. Por exemplo, podemos obter sua localização no GPS ou outras informações de localização para que possamos informar se algum de seus amigos está próximo de você ou podemos solicitar informações do dispositivo para melhorar a forma como nossos aplicativos funcionam no seu dispositivo.
  • Recebemos dados sempre que você visita um jogo, aplicativo ou site que usa a Plataforma do Facebook ou visita um site com um recurso do Facebook (como um plug-in social), às vezes através de cookies. Isso pode incluir a data e a hora que você visita o site; o endereço da Web ou URL em que você está; informações técnicas sobre o endereço IP, navegador e o sistema operacional usados; e, se estiver conectado ao Facebook, seu número de identificação de usuário.
  • Ocasionalmente, obtemos dados de nossos afiliados ou anunciantes parceiros, clientes e outras fontes que nos ajudam (ou os ajudam) a fornecer anúncios, entender a atividade on-line e tornar o Facebook melhor de forma geral. Por exemplo, um anunciante pode nos contar informações sobre você (como você respondeu a um anúncio no Facebook ou em outro site) para avaliar a efetividade e melhorar a qualidade dos anúncios.
  • Fonte: Termos de privacidade do Facebook.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

○● GPL e CC: Transparência e Política de uso


General Public License 

    Licença pública geral (GPL), baseada no seguinte termo "software livre", este termo é caracterizado por apresentar uma licença de uso, para maior utilização de projetos de "softwares livres". Basicamente a GPL divide-se em 4 modalidades distintas:

1º Modalidade: A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito.

2º Modalidade: A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo para as suas necessidades. O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

3º Modalidade: A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar ao seu próximo.

4º Modalidade: A liberdade de aperfeiçoar o programa, e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que toda a comunidade se beneficie deles. O acesso ao código-fonte é um pré-requisito para esta liberdade.

Junto a estas modalidades, a GPL permite a distribuição dos softwares, porém mantendo os direitos do autor do software.
O sistema operacional Linux/Unix é um grande exemplo de software livre.  E seu código fonte esta disponibilizado sobre a licença de uso GPL, versão 2.  Portanto, qualquer pessoa pode utilizar, estudar e modificar livremente o software, porém, de acordo com os termos de licença GPL.  Existem ainda, outros softwares livres famosos, tais como: OpenSolaris, Eclipse, Netbeans, MySQL, Apache, Wordpress, dentre outros.
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Creative Commons
  
   Creative Commons, ou (CC) é baseada em licenças que permitem a cópia ou compartilhamento de softwares ou documentos autorais, com restrições reduzidas como o tradicional "todos os direitos reservados", que implica em banir o compartilhamento de informações autorais.   Por este motivo, surgiram-se diversas licenças autorias e de uso, conhecidas como Creative Commons.  Existem basicamente seis licenças, relativas da Creative Commons: 

1º Licença: Atribuição - CC-BY.

2º Licença: Atribuição - Partilha nos termos da mesma licença CC BY-SA.

3º Licença: Atribuição - Proibição de realização de Obras Derivadas CC BY-ND.

4º Licença: Atribuição - Uso Não-Comercial CC-BY-NC.

5º Licença: Atribuição - Uso Não-Comercial-Partilha nos termos da mesma licença CC BY-NC-SA.

6º Licença: Atribuição - Uso Não-Comercial-Proibição de realização de Obras Derivadas CC BY-NC-ND.

Políticas de uso:

Basicamente existem quatro condições principais da Creative Commons, confira:

- Distribuição de obras sem fins comerciais e sem qualquer modificação.

- Para softwares, três licenças: BSD License, o CC GNU LGPL, e os CC GNU GPL.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

○● Termos de uso: Outlook.com


Confira neste tópico alguns itens do termo de uso do provedor de e-mails: Outlook.com

○ Sobre o Uso das Informações:

É de exclusiva responsabilidade da Microsoft, não havendo qualquer responsabilidade da CRE8, o tratamento e proteção dos dados pessoais que vierem a ser disponibilizados pelo usuário, para fins de acesso aos serviços do Outlook.com.
○ Segurança:

A CRE8 possui mecanismos para garantir a proteção e segurança dos dados pessoais que lhe são transmitidos pelos usuários, em respeito às normas de privacidade e regidas pelo Código de Defesa do Consumidor, contudo, não se responsabiliza e nem assegura os instrumentos de proteção utilizados pelo Outlook.com a tal título.
○ Considerações Finais:
- O Outlook.com será prestado de acordo com as características e limitações técnicas apresentadas.
- O Outlook.com é um software de responsabilidade da CRE8, nos termos da parceria CRE8 e VIVO.
- A VIVO não se responsabiliza por qualquer dano causado pelo mau uso do Usuário do serviço Outlook.com.
- A CRE8 não se responsabiliza por qualquer dano, prejuízo ou perda sofrido pelo usuário em razão de falhas na internet, no sistema ou nos servidores utilizados.
- O conteúdo dos e-mails e mensagens instantâneas enviadas pelos Usuários é de inteira responsabilidade do Cliente, estando a VIVO isenta de qualquer responsabilidade.
- O serviço Outlook.com poderá, a qualquer momento, ser alterado ou deixar de ser comercializado mediante comunicação prévia pela VIVO aos Clientes que a ele aderirem, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
- O presente Termo de Uso do Outlook.com também poderá, a qualquer momento, ser alterado mediante comunicação prévia pela VIVO, através do Site, aos Clientes que a ele aderirem, com antecedência mínima de 30 (trinta) dias.
- Ao contratarem o serviço Outlook.com, os Clientes estarão de acordo com todas as disposições constantes no presente Instrumento, sendo que os casos omissos e as dúvidas porventura suscitadas serão solucionados pela VIVO.

terça-feira, 27 de maio de 2014

○● Blogs: Extinção ou Evolução?





















    Sem dúvidas com os avanços tecnológicos, principalmente nas mídias sociais, surge-se a seguinte pergunta a respeito dos blogs: "Serão extintos? ou evoluíram?
   Com a chegada das redes sociais, tais como: Facebook, Twitter, dentre outros. Percebemos que muitas outras redes sociais, denominadas "famosas", perderam grande parte de seus usuários, em outras palavras, desabaram-se, são exemplos: Formspring.me; Orkut, Tumblr. Segundo pesquisas realizadas na internet, especialistas em tecnologia de mídias sociais, afirmam que os blogs brevemente devem ser extintos.   
Porém na minha opinião, acredito que está informação é falsa, pois tive a oportunidade de realizar pesquisas através do Facebook, e tirei como conclusão que, mesmo com grandes e inabaláveis redes sociais, os blogs ainda estão ativos e em alta no mercado de mídias sociais.


  Pois em muitas páginas de empresas no Facebook, notei que grande parte delas, disponibilizam links para blogs.  Ou seja desviam o tráfego, do facebook para um blog.   Porém a seguinte pergunta é: Porque estas empresas preferem desviar a página do facebook para um blog? Considerando que o facebook possui recursos para publicação de conteúdos da empresa, descartando a necessidade de criar um blog.  
Cheguei ao conceito que, estas empresas preferem desviar o tráfego do usuário pelos seguintes fatos:

○ Espaço reservado e propriedade empresarial ou pessoal;

○ Ambiente sem anúncios alheios, que são inevitáveis no Facebook;

○ Ambiente totalmente dedicado a empresa, podendo dividir seções, com menus;

○ Facilidade de localização de informações no espaço "Arquivos do Blog" ou postagens recentes.

○ Simulação de um site pessoal de pequeno porte;

    Basicamente as empresas querem levar os usuários a um meio fechado, dedicado totalmente a empresa, considerando que no Facebook o usuário pode apresentar desvio de atenção, devido a uma nova notificação, ou um anúncio alheio.  
    Concluindo a minha opinião com base em pesquisas, tenho certeza que os blogs ainda evoluíram, pois possuem características favoráveis as empresas, algo que as redes sociais alheais, não conseguem evitar: o desvio da atenção.      Considerando que, em média a população cadastrada no Facebook, utiliza a rede social como vínculo pessoal, ou seja, os perfis cadastrados denotam em si, a vida pessoal do usuário, seu lazer, seus passeios, vínculos familiares, amigos, etc.  Sendo assim, a rede social não engloba o meio acadêmico, enquanto usuário comum. Ter uma espécie de Blog, ou vínculos acadêmicos, por exemplo: Vagas de trabalho, seleções de emprego, análise de perfis no Facebook para uma vaga de trabalho, tais perspectivas fugiriam do conceito e da ideologia de rede pessoal.  Por este motivo prevalecem mídias sociais, tais como: Linkedin, InfoJobs, Blogger, Wordpress, dentre outros.

○● Sitemap


    Considerado basicamente como uma lista com todas as páginas, contidas em um web site, sendo assim, ajuda o robô de buscas a localizar as informações, além de informar o tempo de atualização do site como um todo.  Quanto maior as sessões de um site, melhor devem ser mapeadas e organizadas, pois um site bem organizado, facilita a leitura dos robôs de busca. É extremamente importante que todo site deva conter uma página central, ou inicial, do tipo "Index", pois facilita-se o trabalho dos robôs, e também a navegação dos internautas. Existem dois modos de divisão do sitemap:

○ Sitemap HTML: Um método simples e bem usado, este método é caracterizado por apresentar páginas HTML com ligações ("links"), para páginas indexadas, para facilitar a busca dos robôs, formando um trajeto acessível. Este método é mais comum para os usuários do site, que desejam entender a estrutura do site.

○ Sitemap.xml: Conceituado por ser específico para os robôs de busca, é um arquivo com finalidade de listar todas as páginas de um site, que devem ser apresentadas nos resultados dos buscadores, basicamente um arquivo sitemap.xml é conceituado como um índice pelos buscadores, pois mapeia o site, dividindo as seções com seus respectivos conteúdos. 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

○● CSS: Conceitos e Introdução

*Importante: Para ler e interpretar este post, caso não tenha conhecimentos em HTML, recomendo que leia o post "HTML: Conceitos e Introdução". Para abrir este post, basta "Clicar aqui." Tenha ótimos estudos!  
    
(3.0) Introdução ao CSS: Com suas abreviaturas de "Estilo de Texto em Cascata", abrange resumidamente, um padrão de cores, posicionamentos, fontes e definições de mecanismos em uma página HTML, através de uma folha de estilos.  Sempre que for salvar uma folha de estilos, digite da seguinte forma: ("nomedoarquivo".css), pois você está identificando para o navegador e para a página HTML que os estilos da página serão dados a uma folha externa, cuja extensão é uma folha de texto em cascata.  
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(3.1) Formas de utilização: externo, embutido e inline:  Basicamente o uso do CSS pode ser dado em três padrões de utilização, uma folha de estilos externa, que gerencia os mecanismos da página HTML como um todo, embutido: dentro do código HTML com diversas funções, tais como: plano de fundo, fontes, cores das letras, por exemplo.  E por último o elemento inline, que é usado em comandos específicos dentro de uma tag no HTML.  Veja em exemplo os três estilos:

- CSS Externo:








O código na folha de estilos: 

O código visualizado em um navegador:


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- CSS Embutido:






















O código visualizado em um navegador:














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- CSS Inline:













O código visualizado em um navegador:



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(3.2) Tipos de seletores: Elemento html, ID, classe, pseudo-classe e descendente: Estes seletores carregam em si informações determinadas sobre um conjuntos de dados, ou seja, elementos dentro de um seletor carregam informações padronizadas em uma folha de estilo.     O elemento ID é denominado com um sinal ("#" + "nome_definido"), o elemento classe é denominado com um sinal ("." + "nome_definido"),  o elemento pseudo-classe é caracterizado por definir diferentes posicionamentos em diferentes lugares dentro de uma única página, além de adicionar efeitos especiais em alguns seletores, por exemplo: a função hover.   O elemento descendente é denominado por realizar uma combinação de seletores simples.  Logo abaixo, observe o uso dos elementos: ID, classe e pseudo-classe:

- Seletor ID:
















O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:


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- Seletor classe: 















O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:

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- Seletor pseudo-classe: 



*OBS: Note que a função hover deve vir após o link, tornando um efeito de mouse.

O código visualizado em um navegador:

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(3.3) Propriedades de cores e fundo: Você já deve ter percebido o uso de elementos de cor, nos exemplos vistos até o devido instante. Normalmente os elementos acompanhados de "color", são conceituados com padrões RGB, nomes em inglês, ou uma sequência de caracteres de notações hexadecimais.  Porém usar cores segundo seus devidos nomes em inglês, limita as possibilidades de cores, por exemplo: as tonalidades de uma mesma cor, por isso são usados os comandos hexadecimais.
     
+ (3.3.1) Cor do primeiro plano: color. Este elemento pode ser aplicado a subtítulos, tabelas, menus, parágrafos, com o intuito de aplicar cores aos elementos, através de uma folha de estilos. Segue abaixo o exemplo: 



















O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:

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+ (3.3.2) Cor do segundo plano: background-colorNeste elemento podemos definir a cor de fundo de uma página como um todo, ocupando o seu espaço total do visor, através de uma folha de estilos, ou seja com o CSS, caso futuramente você desejar alterar o plano de fundo de uma sequência de páginas, basta apenas abrir a folha de estilos e alterar, ao invés de abrir página por página do HTML e ir alterando os atributos de background. Segue o exemplo:


















O código na folha de estilos:



O código visualizado em um navegador:








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+ (3.3.3) Imagem de fundo: background-image, background-repeat, background-attachmentComandos usados para atribuir imagens como plano de fundo, em que a função: "repeat" refere-se a uma repetição do plano de fundo, podendo ser horizontalmente ou verticalmente.  E por último a função "attachment", definida para informar se a imagem de fundo rolará com o conteúdo da página ou será fixa.

- Atributo Background-image:




















O código na folha de estilos:

*OBS: Note que estou importando uma imagem de nome "plano.jpg", esta imagem deve estar em uma pasta, ou no mesmo local da página, como é o caso deste código. 

O código visualizado em um navegador:





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- Atributo Background-repeat: Neste comando a letra "y" representa uma repetição horizontal, enquanto a letra "x" representa uma repetição vertical. Observe os dois exemplos:

O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:

*OBS: Perceba que no exemplo a cima, a repetição foi horizontal, basta alterarmos o comando CSS, inserindo a letra "x", no lugar da letra "y" e mudamos a repetição para: vertical.

O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:














- Atributo Background-attachmentNote que nesta função, o plano de fundo não desce junto com a barra de rolagens da página, pois estamos declarando o comando "fixed".

O código na folha de estilos:

O código visualizado em um navegador:





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(3.4) Propriedades de formatação visual: Caracterizadas por definirem os tamanhos de largura e altura das imagens ou objetos de uma página web. Para facilitar o nosso aprendizado, e economizar nosso tempo vou usar o CSS dentro do código HTML.

Width: Define a largura do elemento.
Height: Define a altura do elemento.



                                         O código visualizado em um navegador:







(3.4.2) Posicionamento: position, float, clear;

Position: Define a posição do elemento.
Float: Define a posição flutuante do elemento.
Clear: Comando utilizado para definir os detalhes do comando float, e incrementar o posicionamento do objeto para o lado esquerdo ou direito.


                                      O código visualizado em um navegador:


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(3.5) Propriedades de borda: Normalmente estas propriedades são utilizadas em tabelas, e são caracterizadas por definir diversos elementos da tabela, tais como: cores, largura, bordas, etc.  Irei demonstrar todos os comandos e ao final, desenvolver uma única página envolvendo parte deles.

(3.5.1) Largura da borda: border-width, border-top-width, border-right-width, border-bottom-width, border-left-width;

   Todos esses comandos são usados principalmente para definir: espessuras das bordas, que podem ser: thin, medium ou thick, além de definir individualmente cada parte das laterais de uma borda.

(3.5.2) Cor da borda: border-color, border-top-color, border-right-color, border-bottom-color, border-left-color;

    Todos esses comandos são usados respectivamente junto aos comandos de borda, porém, sua principal característica é definir as cores das bordas, por exemplo: as cores laterais, interiores e exteriores. 

(3.5.3) Estilo da borda: border-style, border-top-style, border-right-style, border-bottom-style, border-left-style; 


   Todos esses comandos são usados em conjunto com os comandos anteriores, porém sua característica é definir os estilos de cada borda individualmente, podem ser definidos seus posicionamentos, seu formatos, etc. Os principais estilos de borda são: none, hidden, dotted, dashed, solid, double, groove, ridge, inset e outset.   Observe os códigos da página abaixo, e tente você mesmo incrementar os comandos vistos até agora em uma única página.

O código visualizado em um navegador:
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(3.6) Propriedades de margem: Usadas para definir diversos elementos de margens em um conjunto de texto, um formulário, ou até mesmo uma tabela, podendo ser posicionada, colorida, e conter espaçamentos.

(3.6.1) Tamanho da margem: margin, margin-top, margin-right, margin-bottom, margin-left;

Estes comandos são usados para definir o tamanho de cada margem individualmente, ou em conjunto. Os tamanhos da margem podem ser dados em pixels "PX".  Observe o exemplo abaixo:

O código visualizado em um navegador:




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(3.7) Propriedades de espaçamento: Usados para gerenciar os espaçamentos de uma margem, tabela, ou borda, dentre vários outros atributos.

(3.7.1) Espaçamento: padding, padding-top, padding-right, padding-bottom, padding-left;


Estes comandos são usados para definir os tamanhos dos espaçamentos individualmente ou agrupadamente, e os valores dos espaçamentos também são dados em pixels. Segue o exemplo abaixo:


O código visualizado em um navegador:


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(3.8) Propriedades de fontes tipográficas: São propriedades que definem um padrão de fontes para uma página web, definindo o estilo da fonte, o tamanho, as cores, a família de fontes, além de outros recursos.

(3.8.1) Família de fontes: font-family: Caracterizado por definir um grupo familiar de fontes, por exemplo: com serif, sem serif, cursive, etc.  Ou um tipo específico de fonte, como: Times New Woman, Georgia, Arial, Courier, etc. O intuito sempre é definir um padrão.


(3.8.2) Estilo da fonte: font-style: Caracterizado por definir os estilos da fonte, por exemplo: normal (fonte na vertical), italic (fonte inclinada), oblique (fonte obliqua), etc.



(3.8.3) Variante da fonte: font-variant: Caracterizado por definir um estilo de texto, de modo "caixa alta", para uma única palavra ou um conjunto, sendo frase ou parágrafo, ou seja é utilizado um comando do tipo: "small-caps".



(3.8.4) Peso da fonte: font-weight: Caracterizado por apresentar valores tais como: bolder, bold ou lighter, que servem para definir a largura do texto em negrito.



(3.8.5) Tamanho da fonte: font-size: Comando bem conhecido, é conceituado por apresentar a definição do tamanho da fonte, podendo receber valores em pixels, porcentagens, ou medium, larger e smaller, xx-small, xx-large, dentre outros.   Abaixo segue um exemplo com alguns dos comandos mencionados.  *Obs: Não se esqueça de testar os demais.


































O código visualizado em um navegador:
























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(3.9) Propriedades de texto: São propriedades que definem o posicionamento de textos, suas posições com recuo, ou centralizadas, por exemplo, além de definir padrões para o texto, como indentação, espaçamento, etc.

(3.9.1) Recuo primeira linha: text-indent: Comando utilizado para definir recuos à esquerda da primeira linha.


(3.9.2) Alinhamento: text-align: Comando utilizado para alinhar o texto, sobre valores como: center, justify, right, left (valores em pixels ou porcentagens)


(3.9.3) Efeitos decorativos: text-decoration: Comando utilizado para definir efeitos no texto que tornam padrões decorativos, como por exemplo um texto em sublinhado, com o comando (underline), ou outras decorações como: overline, blink, line-throught, etc.


(3.9.4) Maiúsculas/minúsculas: text-transform: Comando caracterizado por definir um texto em letras maiúscula e minúsculas (uppercase ou lowercase), podendo também se aplicar um padrão de caixa alta.


(3.9.5) Entrelinhas: line-height: Conceituado basicamente por definir a distância entre as linhas de um texto, tais como seu espaçamento. Abaixo um exemplo dos comandos citados:

























                                                  O código visualizado em um navegador:










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(3.10) Propriedades de listas: Conceituadas por gerenciarem estilos, posicionamentos, modelos e padronizações nas listas de um elemento.


(3.10.1) Estilo de marcadores: 

○ list-style-type: Elementos conceituados por definirem o estilo dos marcadores da lista, que carregam em si valores como por exemplo: circle, square, upper-latin, upper-roman, upper-alpha, disc, dentre outros.

○ list-style-image: Elementos que definem a inserção de uma imagem como marcador da lista, que carrega em si outros comandos, tais como: posicionamento da imagem, borda da imagem, largura e altura da imagem, etc.  Observe o código HTML exemplificando abaixo:




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Tente treinar todos os comandos mencionados neste post e nos posts anteriores, se tiver alguma dúvida esclareça, até a próxima.